Venda Nova do Imigrante (ES) – O Líbano enfrenta uma crise humanitária e econômica sem precedentes, com o ministro das Finanças estimando prejuízos de US$ 20 bilhões devido aos ataques. Desde março, o conflito entre Israel e o Hezbollah forçou o deslocamento de mais de um milhão de pessoas e transformou bairros inteiros em ruínas. A dor da população ficou evidente nesta segunda-feira (21), durante o sepultamento de vítimas de um bombardeio no sul do país.
Enquanto o Oriente Médio arde, Washington e Teerã buscam, sob mediação paquistanesa, uma saída diplomática. Donald Trump mantém o foco na segurança do Estreito de Ormuz — rota vital para o petróleo global — e reafirma a intenção de retirar o urânio enriquecido do Irã. Paralelamente, o Irã tenta garantir sua presença na Copa de 2026. Jogadores da seleção estiveram na embaixada americana em Ancara para tratar de vistos, em um esforço para superar as barreiras impostas pela instabilidade política.
A tensão global também se reflete na postura de Moscou. Vladimir Putin realizou exercícios nucleares de grande escala com Belarus, mobilizando submarinos e mísseis hipersônicos, incluindo o temido Sarmat — o “Satanás”. Putin insiste que o arsenal é uma garantia de soberania, embora classifique seu uso como medida extrema. Em meio a esse clima de guerra, o Japão vive um alívio cultural: um incêndio atingiu o templo Daishō-in, em Hiroshima, mas a “Chama Eterna” de 1,2 mil anos foi preservada intacta.







