Colatina (ES) – O Paquistão intermediou a entrega de uma proposta iraniana aos Estados Unidos na tentativa de frear a escalada bélica no Oriente Médio. Teerã, embora confirme o envio do documento a Washington, mantém sob sigilo os detalhes do acordo, que incluiria o cessar-fogo definitivo, o levantamento de sanções econômicas e a desobstrução do estratégico Estreito de Ormuz. Enquanto a diplomacia tenta avançar, a realidade no terreno é marcada por novos bombardeios israelenses no sul do Líbano e protestos pró-Palestina no Iêmen, em um cenário agravado por denúncias de repressão interna e execuções no Irã, conforme apurado pela Feed Editoria Radioagência Nacional.
No Caribe, a temperatura política entre Havana e Washington subiu drasticamente. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, alertou para o risco de um “banho de sangue” caso os Estados Unidos concretizem uma intervenção militar na ilha. A tensão foi alimentada por uma reportagem do site Axios, que alega a aquisição de mais de trezentos drones militares da Rússia e do Irã por parte de Cuba. O governo cubano nega a compra e acusa a Casa Branca de fabricar pretextos para uma agressão, num momento em que paira a ameaça de uma acusação judicial americana contra o ex-líder Raúl Castro, datada de 1996.
Do outro lado do mundo, o sudoeste da China enfrenta uma tragédia natural. Um terremoto de magnitude 5,2 atingiu a região de Guangxi, causando a morte de pelo menos duas pessoas e forçando o deslocamento de mais de sete mil moradores em Liuzhou. Com treze edifícios reduzidos a escombros, o governo chinês mobilizou centenas de bombeiros e equipes de resgate especializadas — auxiliadas por cães farejadores — em uma corrida contra o tempo para localizar sobreviventes sob os escombros, segundo informações da Feed Editoria Radioagência Nacional.










