Iúna (ES) – O presidente Donald Trump revelou, nesta terça-feira, que suspendeu temporariamente uma ofensiva militar contra o Irã. O motivo? Uma janela de negociações aberta entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear iraniano. Mesmo com o recuo momentâneo, o tom permanece belicoso: Trump deu um ultimato de até dois dias para avanços concretos, sob o risco de novos bombardeios. Enquanto isso, em Teerã, o regime dos aiatolás busca demonstrar força interna com eventos de mobilização popular.
Na República Democrática do Congo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenta conter uma variante rara do ebola que já provocou ao menos 130 mortes. A falta de testes rápidos trava o combate à doença, que agora atravessa fronteiras e chega a Uganda. A OMS corre contra o tempo enviando suprimentos médicos e avaliando o uso emergencial de vacinas experimentais para estancar o avanço do surto.
A Califórnia enfrenta dias sombrios. Em San Diego, um ataque a tiros contra um centro islâmico deixou três mortos e é tratado pela polícia como um possível crime de ódio; o segurança Amin Abdullah é celebrado como herói por ter protegido dezenas de crianças. Simultaneamente, em Simi Valley, ventos fortes e a vegetação seca alimentam um incêndio florestal que forçou a evacuação em massa de moradores da região.
Nas Maldivas, o clima é de luto após uma expedição em cavernas subaquáticas terminar em tragédia. Equipes de resgate recuperaram dois corpos de mergulhadores italianos nesta terça-feira, totalizando três vítimas localizadas. Outros dois mergulhadores seguem presos a 50 metros de profundidade, com o resgate previsto para esta quarta-feira. A operação, que já custou a vida de um mergulhador local, é considerada a mais grave da história do arquipélago.












