Segunda-feira, 15 de Junho de 2026
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
DIÁRIO DA NAÇÃO!
CADERNO TECH!
PORTAL IGOSSIP NEWS!
No Result
View All Result
Correio Espírito Santo
  • Home
  • Agro
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Politica
  • Saúde
  • Segurança
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Home
  • Agro
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Politica
  • Saúde
  • Segurança
  • Sociedade
  • Tecnologia
No Result
View All Result
Correio Espírito Santo
No Result
View All Result
Home Brasil & Mundo Justiça

Maioria do STF rejeita ação para reduzir poder das defensorias

Redação I Via Agência Brasil Por Redação I Via Agência Brasil
Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2022
Em Justiça
Reading Time: 3 mins read
478 15
A A
0
Share on FacebookShare on Twitter

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela rejeição do pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, para que fosse retirado das defensorias públicas o poder de requisitar documentos e informações a órgãos públicos.

O julgamento ocorre em plenário virtual e foi retomado nesta semana com a devolução de uma vista pedida pelo ministro Alexandre de Moraes. Ao devolver o processo, ele votou pela rejeição do pedido, acompanhando o relator, Edson Fachin, que havia votado em novembro. 

Ao todo, Aras protocolou 23 ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) contra a prerrogativa de requisição conferida aos defensores públicos por uma lei federal e 22 leis estaduais.

Entre outros argumentos, o PGR alegou que o direito de requisição dado às defensorias “desequilibra a relação processual”, ferindo o princípio constitucional de isonomia entre as partes de um processo, uma vez que os advogados privados não possuem o mesmo poder de requisitar documentos.

O julgamento provocou a reação dos defensores públicos e de entidades de defesa dos direitos humanos, que viram na iniciativa de Aras uma ameaça ao acesso à Justiça das pessoas pobres e vulneráveis, público atendido pelas defensorias.

Votos

Relator de todas as 23 ADIs, Fachin votou em novembro, antes da vista de Moraes. Ele rejeitou os argumentos apresentados pelo PGR e afirmou que “não há de se falar em qualquer espécie de violação ao texto constitucional, mas ao contrário, em sua densificação”.

Para o relator, o poder de requisição foi um dos instrumentos dados aos defensores públicos justamente para que consigam cumprir sua missão constitucional de defender os necessitados, “ao viabilizar o acesso facilitado e célere da coletividade e dos hipossuficientes à documentos, informações e esclarecimentos”.

Ao reabrir o julgamento, na última segunda-feira (11), Moraes disse em voto escrito que o poder de requisição não é nenhum “privilégio da instituição ou dos membros da Defensoria Pública”, tratando-se na verdade “de uma prerrogativa institucional em benefício dos assistidos”.

“O poder de requisição constitui, assim, um mecanismo fundamental para o desempenho do mister constitucional da Defensoria Pública, que prestigia o aperfeiçoamento do sistema democrático, a concretização dos direitos fundamentais de amplo acesso à Justiça (CF, art. 5º, XXXV) e de prestação de assistência jurídica integral e gratuita aos hipossuficientes (CF, art. 5º, LXXIV)”, escreveu Moraes.

Até o momento, votaram pela improcedência das ações, porém sem divulgar voto escrito, os ministros Gilmar Mendes, Rosa Weber, Dias Toffoli, Luiz Fux e André Mendonça. Com isso, formou-se maioria de 7 entre os 11 ministros do Supremo. A única a divergir, por ora, foi a ministra Cármen Lúcia, ainda que em parte.

Os demais ministros têm até as 23h59 desta sexta-feira (18) para votar. Até lá, salvo no caso de um pedido de vista ou de destaque (remessa do caso ao plenário convencional), deve prevalecer o voto da maioria.

Divergência parcial

Para Cármen Lúcia, o poder de requisição somente poderia ser praticado pelas defensorias públicas no caso de ações para a defesa de direitos coletivos, mas não em ações individuais.

“Nesse caso, a atribuição, a esse órgão, da prerrogativa de requisitar documentos e providências de autoridades públicas, seus agentes e entidades particulares implicaria em inconstitucional diferenciação entre os defensores públicos e os demais advogados”, escreveu a ministra, concordando com um dos argumentos de Aras.

Tags: Ação de Inconstitucionalidadeaugusto arasdefensorias públicasJustiçaPGRstf
Artigo Anterior

Sobe para 129 número de óbitos confirmados em Petrópolis

Próximo Artigo

Covid-19: Brasil registra 28,05 milhões de casos e 643 mil mortes

Redação I Via Agência Brasil

Redação I Via Agência Brasil

Agência pública de notícias, a Agência Brasil mantém, como todos os veículos da EBC, o foco no cidadão e prima pelo interesse público, honestidade, precisão e clareza das informações que transmite.

Notícias Relacionadas!

AGU entra em disputa nos EUA para blindar decisões do STF e defender Moraes

AGU entra em disputa nos EUA para blindar decisões do STF e defender Moraes

STF retoma julgamento sobre distribuição de royalties do petróleo entre estados

Eduardo Bolsonaro vai a julgamento no STF após Moraes rejeitar pedido de adiamento

Ex-capitão da Marinha cumpre 72 anos de prisão após assassinar pais de seu ex-companheiro

Ex-capitão da Marinha cumpre 72 anos de prisão após assassinar pais de seu ex-companheiro

imagem do whatsapp de 2025 11 06 à(s) 18.10.08 87899b2d

Emily e Rebecca: Justiça condena Rio a indenizar famílias por mortes e falhas em investigação

Facções criminosas amargam prejuízo de R$ 1,6 bilhão após primeiro mês de operações federais

Facções criminosas amargam prejuízo de R$ 1,6 bilhão após primeiro mês de operações federais

STF fecha as portas para recursos sobre a revisão da vida toda nas aposentadorias do INSS

STF nega recurso e encerra de vez a possibilidade de revisão da vida toda para aposentados

Próximo Artigo

Covid-19: Brasil registra 28,05 milhões de casos e 643 mil mortes

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Concordo com os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Recomendado!

Vendas do Tesouro Direto têm melhor abril da série histórica

União desembolsa R$ 834,8 milhões para cobrir atrasos de estados e municípios

Copa do Mundo 2026 mantém ritmo frenético com quatro confrontos decisivos nesta segunda-feira

Cabo Verde frustra a Espanha e conquista ponto histórico em sua estreia mundialista

AGU entra em disputa nos EUA para blindar decisões do STF e defender Moraes

AGU entra em disputa nos EUA para blindar decisões do STF e defender Moraes

STF retoma julgamento sobre distribuição de royalties do petróleo entre estados

Eduardo Bolsonaro vai a julgamento no STF após Moraes rejeitar pedido de adiamento

imagem do whatsapp de 2025 11 06 à(s) 18.10.08 87899b2d

Acordo entre EUA e Irã derruba preço do petróleo e redesenha cenário político global

Radar automotivo brasileiro será obrigatório em todos os novos veículos a partir de 2029

Radar automotivo brasileiro será obrigatório em todos os novos veículos a partir de 2029

Nossa Página no Facebook!

Correio Espírito Santo

© 2018 - 2025. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Correio!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato!

Siga Nossas Redes!

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Caderno Tech!
  • Panorama Cultural
  • Arena Total!
  • Entre Linhas
  • Espírito Santo
  • iGossip News!
  • Mundo da Saúde 360!

© 2018 - 2025. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, você concorda com o uso de cookies. Consulte nossa Política de Privacidade e Cookies.