domingo, 25 de outubro de 2026
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
DIÁRIO DA NAÇÃO!
CADERNO TECH!
PORTAL IGOSSIP NEWS!
No Result
View All Result
Correio Espírito Santo
  • Home
  • Agro
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Home
  • Agro
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Sociedade
  • Tecnologia
No Result
View All Result
Correio Espírito Santo
No Result
View All Result
Home Mundo da Saúde 360 Dengue

Pesquisa: 31% dos brasileiros acham que a dengue acabou na pandemia

Redação I Via Agência Brasil Por Redação I Via Agência Brasil
terça-feira, 15 de março de 2022
Em Dengue, Saúde
Reading Time: 3 mins read
485 10
A A
0
Share on FacebookShare on Twitter

Uma pesquisa divulgada hoje (15) pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e pela biofarmacêutica Takeda revelou que 31% dos brasileiros acreditam que a dengue deixou de existir durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Essa percepção, no entanto, contrasta com os dados do Ministério da Saúde, que apontou crescimento de 43,5% no número de casos de dengue, considerando-se as seis primeiras semanas deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.

A pesquisa Dengue: o impacto da doença no Brasil, ouviu 2 mil brasileiros, por telefone, entre os dias 19 e 30 de outubro do ano passado e foi realizada pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec).

Além dos 31% que acreditam que a dengue deixou de existir na pandemia, outros 22% disseram que o risco com a doença diminuiu. Entre as razões apontadas para as duas situações, 28% disseram não ter ouvido falar mais na doença e 22% responderam que “toda doença agora é covid-19” e não há casos de dengue.

Para os pesquisadores, o fato da população brasileira considerar que a doença deixou de existir durante a pandemia pode levar ao relaxamento das ações de controle e de prevenção, aumentando o risco de se contrair a doença.

“Essa realidade revelada pela pesquisa é preocupante. Com a urgência da pandemia da covid-19, muitas doenças infecciosas, como as arboviroses (dengue), foram colocadas em segundo plano e até esquecidas. Precisamos retomar a discussão e os cuidados com a dengue”, alertou Alberto Chebabo, médico infectologista e presidente da SBI.

Entre os brasileiros consultados, 30% afirmaram já ter tido dengue e 70% disseram conhecer alguém que já teve a doença. Entre os que já tiveram a doença, pouco mais da metade (55% do total) afirmou ter feito alguma mudança em sua casa para evitar a proliferação do mosquito, tal como aumentar a limpeza do quintal, evitar deixar água parada em vasos de plantas e aumentar o cuidado com a água parada.

Apesar de a pesquisa ter apontado que o brasileiro conhece a doença, ainda há desconhecimento sobre como ela se desenvolve e suas formas de prevenção e de transmissão. A forma de contágio, por exemplo, não é totalmente conhecida pela população: 76% acertaram, dizendo que ela decorre da picada de mosquito, mas 8% disseram não se lembrar de como ocorre a transmissão e 4% mencionaram que ela ocorre de pessoa para pessoa – o que não acontece. Além disso, seis em cada dez entrevistados (59%) não sabiam quantas vezes uma pessoa pode contrair a doença. Apenas 2% reconheciam que se pode pegar dengue até quatro vezes, já que só existem quatro subtipos de dengue: quem já teve dengue causada por um tipo do vírus não registra um novo episódio da doença com o mesmo tipo.

A dengue

A dengue é uma doença infecciosa, transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti e tem quatro sorotipos diferentes. Quem pega um tipo, não fica imune aos demais. O período do ano com maior transmissão da doença ocorre nos meses mais chuvosos de cada região, geralmente de novembro a maio. O acúmulo de água parada contribui para a proliferação do mosquito e, consequentemente, maior disseminação da doença, por isso, alerta o Ministério da Saúde, é importante evitar água parada porque os ovos do mosquito podem sobreviver por até um ano no ambiente.

No geral, a primeira manifestação da dengue é a febre alta acima de 38°C, que dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, e manchas vermelhas na pele. Também podem acontecer erupções e coceira na pele. Em alguns casos, ela pode evoluir para uma forma grave.

Não existe um tratamento específico para a doença. As medidas adotadas visam o controle dos sintomas. Pacientes com suspeita de dengue devem buscar orientação médica logo que surjam os primeiros sintomas.

Tags: Aedes AegyptiDenguepesquisaSaúde
Artigo Anterior

Senado aprova a Lei Paulo Gustavo, de apoio ao setor cultural

Próximo Artigo

Câmara aprova projeto de valorização das mulheres na Segurança Pública

Redação I Via Agência Brasil

Redação I Via Agência Brasil

Agência pública de notícias, a Agência Brasil mantém, como todos os veículos da EBC, o foco no cidadão e prima pelo interesse público, honestidade, precisão e clareza das informações que transmite.

Notícias Relacionadas!

Mudanças climáticas aumentam em 20% risco de doenças infecciosas e novos perigos no Brasil

Mudanças climáticas aumentam em 20% risco de doenças infecciosas e novos perigos no Brasil

Diagnóstico rápido da esclerose múltipla barra evolução da doença e preserva autonomia

Projeto Mais Médicos Especialistas abre 224 vagas imediatas com foco no interior do país

Anvisa ordena recolhimento imediato de suplementos NotShake Protein e do gel Aloe Care

Anvisa barra venda de tiras de glicemia Accu-Chek Active comercializadas na Amazon

Top view of various pills scattered around a white bottle on a blue surface.

Anvisa libera novos tratamentos para câncer de pulmão e de mama no Brasil

Anvisa proíbe comercialização de suplemento ashwagandha no Brasil devido a riscos à saúde

Anvisa proíbe comercialização de suplemento ashwagandha no Brasil devido a riscos à saúde

An international vaccination certificate with face masks on a white surface symbolizing health safety.

Sarampo em alta nos Estados Unidos ameaça o status sanitário do Brasil

Próximo Artigo

Câmara aprova projeto de valorização das mulheres na Segurança Pública

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Concordo com os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Recomendado!

Vereadora Iara Pimentel é ferida durante ato político em Montes Claros

Vereadora Iara Pimentel é ferida durante ato político em Montes Claros

Voto em candidato com registro irregular corre risco de ser anulado nas eleições

Justiça Eleitoral substitui 467 urnas nas duas horas iniciais do segundo turno

TRE-SP realiza troca de 52 urnas eletrônicas durante votação do segundo turno neste domingo

TRE-SP realiza troca de 52 urnas eletrônicas durante votação do segundo turno neste domingo

TSE cria conselho para conter avanço da inteligência artificial e fake news nas eleições

TSE simplifica aprovação de transporte para indígenas e quilombolas no segundo turno

Flávio Bolsonaro aposta na narrativa de mudança ao votar no Rio de Janeiro

Flávio Bolsonaro aposta na narrativa de mudança ao votar no Rio de Janeiro

Mudanças climáticas aumentam em 20% risco de doenças infecciosas e novos perigos no Brasil

Mudanças climáticas aumentam em 20% risco de doenças infecciosas e novos perigos no Brasil

Nossa Página no Facebook!

Correio Espírito Santo

© 2018 - 2025. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Correio!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato!

Siga Nossas Redes!

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Panorama Cultural
  • Arena Total
  • Entre Linhas
  • Espírito Santo
  • iGossip News
  • Mundo da Saúde 360

© 2018 - 2025. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, você concorda com o uso de cookies. Consulte nossa Política de Privacidade e Cookies.