Venda Nova do Imigrante (ES) – O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o regime do Irã encontra-se próximo de um colapso iminente. A afirmação foi proferida durante uma inspeção de tropas israelenses posicionadas na Síria, ocasião em que o premiê reiterou a necessidade de continuidade das operações militares e defendeu abertamente a deposição das lideranças iranianas. O cenário de beligerância ganhou novos contornos com a intensificação da instabilidade no Iêmen, onde o grupo rebelde Houthi, que mantém alinhamento estratégico com Teerã, relatou uma ofensiva de 32 ataques aéreos liderada pela Arábia Saudita. Esta movimentação seria, segundo os houthis, uma resposta direta a investidas anteriores contra infraestruturas petrolíferas em solo saudita.
Na Europa, o cenário político da Sérvia sofreu uma mudança drástica. O presidente Aleksandar Vučić optou pela dissolução do Parlamento e agendou eleições antecipadas para o dia 25 de outubro, contrariando o cronograma original que previa o pleito apenas para 2027. A decisão é vista como uma tentativa de pacificar as ruas, atendendo a uma demanda central de estudantes que lideram protestos contínuos há cerca de dois anos. As manifestações ganharam força após a tragédia de 2024, quando o desabamento de uma estrutura em uma estação ferroviária vitimou 16 pessoas, desencadeando acusações de corrupção sistêmica e repressão à liberdade de imprensa contra o governo.
A Noruega vivenciou um momento de luto oficial com o funeral do rei Harald V, falecido no final de agosto aos 89 anos. A cerimônia em Oslo, que contou com a presença de autoridades globais e integrantes de diversas famílias reais, selou um período de 13 dias de homenagens nacionais. O corpo do monarca foi conduzido em procissão até a cripta real para o sepultamento junto aos seus pais. Apesar de crises internas recentes que impactaram a percepção pública sobre a coroa, pesquisas indicam que a instituição mantém sólida popularidade, com 72% da população norueguesa favorável à continuidade do regime monárquico.
No Extremo Oriente, a conclusão de uma ponte de 3 quilômetros sobre o rio Yalu sinaliza um estreitamento das relações entre a China e a Coreia do Norte, após mais de dez anos de sucessivos atrasos na infraestrutura. A obra visa dinamizar as rotas comerciais e o trânsito de pessoas entre os dois países, sendo interpretada como um gesto político de reaproximação entre Pequim e Pyongyang. O movimento de abertura logística norte-coreana também se estende ao norte, com a inauguração, nesta semana, da primeira ligação rodoviária direta entre o país e a Rússia, consolidando a expansão das conexões terrestres com seus vizinhos mais próximos.










