Chicago, Estados Unidos – O cenário em Chicago, nos Estados Unidos, era de tensão absoluta na noite desta quarta-feira (15). Brasil e França entraram em quadra precisando desesperadamente de um resultado positivo para seguir vivos na disputa. A balança, no entanto, pendeu para o lado brasileiro. Com um desempenho consistente, a seleção masculina de vôlei venceu a atual bicampeã olímpica — detentora do ouro em Tóquio 2020 e Paris 2024 — por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/23 e 25/19.
O oposto Darlan comandou o ataque verde e amarelo, terminando a partida como o maior pontuador, com 13 acertos. O triunfo não apenas renovou o ânimo do grupo, mas também impulsionou o país na tabela: a equipe saltou da nona para a sétima colocação, somando agora seis vitórias em nove partidas disputadas nesta fase preliminar da Liga das Nações.
Para o levantador Cachopa, a chave da vitória esteve no controle emocional diante da pressão mútua. Segundo o jogador, os ajustes finos no ataque e, fundamentalmente, a eficiência no saque foram os diferenciais que permitiram superar o bloqueio francês. Enquanto o Brasil ganha fôlego, o resultado selou o destino dos europeus, que estacionam na 12ª posição com quatro vitórias e estão matematicamente eliminados do mata-mata.
O regulamento da competição é implacável: apenas as sete melhores seleções, entre as 18 participantes, garantem vaga direta nas finais. A China, na condição de país-sede da etapa decisiva, assegura o oitavo lugar. Com três rodadas restantes, o Brasil ainda tem desafios consideráveis pela frente.
O próximo compromisso da seleção sob o comando de Bernardinho acontece nesta quinta-feira (16), às 22h, diante dos Estados Unidos. Os donos da casa ocupam a liderança da tabela, o que promete um teste de fogo para os brasileiros. O calendário segue ainda mais exigente nos dias seguintes: o time encara a Polônia, na sexta-feira (17), também às 22h, e encerra sua participação nesta fase contra a China, no domingo (19), às 14h.








