O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu na manhã desta quarta-feira, dia 6, as credenciais de sete novos embaixadores que passam a representar seus países oficialmente no Brasil. As cerimônias ocorreram no Palácio do Planalto, em Brasília, consolidando o início das atividades diplomáticas desses representantes em território brasileiro.
Quem são os novos representantes
Os diplomatas que agora estão habilitados a despachar no país são Yasushi Noguchi, do Japão, Víctor Manuel Cairo Palomo, de Cuba, e Ike Desmond Antonius, do Suriname. Também foram recebidos Patrick John U. Hilado, das Filipinas, Jean-Victor Harvel Jean-Baptiste, do Haiti, Song Se Il, da Coreia do Sul, e Alexandre Herculano Manjate, de Moçambique.
O rito da diplomacia
O processo de escolha de um embaixador envolve consultas mútuas entre os países, um procedimento técnico conhecido no meio diplomático como agrément. Nessa fase, o governo que recebe o indicado avalia a nomeação antes de formalizar a aceitação, um passo essencial para que o diplomata possa ser enviado ao seu novo destino de trabalho.
A importância do documento
A entrega das cartas credenciais ao chefe de Estado é uma etapa fundamental e obrigatória para que o diplomata tenha plenos poderes. Sem esse reconhecimento formal por parte do presidente da República, o embaixador fica impedido de participar de solenidades oficiais ou representar sua nação em audiências de alto nível com autoridades brasileiras.
Essa formalidade concede ao diplomata as prerrogativas necessárias para exercer suas funções, como a articulação política e a defesa dos interesses de seu país de origem em solo brasileiro. Com a conclusão deste rito no Palácio do Planalto, os sete novos embaixadores estão plenamente aptos a conduzir suas missões diplomáticas no Brasil.













