Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2026
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
DIÁRIO DA NAÇÃO!
CADERNO TECH!
PORTAL IGOSSIP NEWS!
No Result
View All Result
Correio Espírito Santo
  • Home
  • Agro
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Politica
  • Saúde
  • Segurança
  • Sociedade
  • Tech
  • Home
  • Agro
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Politica
  • Saúde
  • Segurança
  • Sociedade
  • Tech
No Result
View All Result
Correio Espírito Santo
No Result
View All Result
Home Mundo da Saúde 360! Saúde

Cirurgias de incontinência urinária caem 61% em 2021

Redação I Via Agência Brasil Por Redação I Via Agência Brasil
Segunda-feira, 14 de Março de 2022
Em Saúde
Reading Time: 5 mins read
488 5
A A
0
Share on FacebookShare on Twitter

Estudo feito por urologistas da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), com base no banco de dados do Sistema Único de Saúde (SUS), do Ministério da Saúde, revelou que a pandemia de covid-19 teve maior impacto sobre cirurgias para tratamento de incontinência urinária por esforço nos estados com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mais baixo.

A Região Norte foi a mais impactada, com redução de 72% nas internações, seguida pelas regiões Sul (-69%), Centro-Oeste (-61%), Sudeste (-59%) e Nordeste (-51%). Em 2019, foram realizadas 300 cirurgias de incontinência urinária na Região Norte, no âmbito do SUS, caindo para 97, em 2020, e para 85, em 2021, em dados preliminares.

Nas demais regiões, os números são, na mesma comparação, da ordem de 888, 428 e 436, na Região Nordeste; 3.220, 1.374 e 1.332, na Região Sudeste; 1.736, 658 e 545, na Região Sul; e 591, 235 e 233, no Centro-Oeste. A redução média foi de 61% no número de internações para tratamento cirúrgico de incontinência urinária em 2021, em comparação a 2019: foram 2.631 internações no Brasil com esse objetivo, no ano passado, contra 6.735, em 2019, antes da pandemia.

Dia Mundial

Nesta segunda-feira (14), quando se comemora o Dia Mundial da Incontinência Urinária, a entidade alerta sobre a perda involuntária de urina, problema que atinge 45% das mulheres e 15% dos homens acima de 40 anos de idade. A diretora de comunicação da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Karin Anzolch, destacou, em entrevista à Agência Brasil, que a covid-19 levou hospitais e serviços a priorizarem o atendimento à doença, postergando, ou mesmo cancelando, cirurgias eletivas.

Outro fator para a redução das internações para cirurgias de incontinência urinária foi o receio da contaminação, que levou a população a não procurar acesso para esses procedimentos, que não oferecem risco imediato de morte. Com isso, Karin admitiu que está se criando agora “uma demanda reprimida bastante grande”.

Tipos

O tipo mais comum de incontinência urinária é o de esforço, que ocorre, em geral, quando a pessoa ri, tosse, espirra ou faz algum esforço físico, como levantar peso. Em fases iniciais, o tratamento pode ser complementado com fisioterapia pélvica, podendo até evitar a cirurgia. Já em situações que se tornam mais graves, ou que persistem após o primeiro tratamento, a cirurgia é oferecida com ótimos resultados.

“Hoje em dia, tem se feito cada vez mais cirurgias minimamente invasivas”. A médica lembrou que atitudes como perda de peso, uma assistência adequada ao trabalho de parto, evitar o uso de fumo e esforços repetidos que não tenham um bom reforço do assoalho pélvico são medidas importantes que os urologistas consideram na abordagem desse tipo de problema.

Outro tipo de incontinência urinária é o de urgência. A pessoa tem vontade de urinar, mas a bexiga não dá aviso prévio. “O primeiro aviso já vem acompanhado de um desejo forte de urinar e a pessoa, muitas vezes, acaba perdendo urina antes de chegar ao banheiro”. Neste caso, o tratamento geralmente é clínico, incluindo cuidar o tipo e a quantidade de líquido que a pessoa toma, evitar cafeína que também piora esse tipo de sintoma, e a fisioterapia pode entrar no tratamento. Há ainda medicações orais que regulam a bexiga. Os procedimentos cirúrgicos são a última solução, envolvendo toxina botulínica e implante de um tipo de marca-passo para controlar a bexiga. “Mas sempre nas suas fases iniciais é mais fácil o tratamento, porque a gente tem medidas menos invasivas de tratar as doenças”, observou a diretora da SBU.

Fatores

Karin Anzolch disse que o envelhecimento é um dos fatores que podem provocar a incontinência urinária, pela perda de colágeno que acaba deixando mais frágil a sustentação da bexiga e da uretra, principalmente nas mulheres. A urologista advertiu que não se deve pensar, no entanto, que esse é um evento natural da velhice. Outros fatores são os partos, histórico familiar. Quanto maior o número de partos, em especial os vaginais, eles podem aumentar a chance da incontinência urinária de esforço, quando forem acompanhados de um aumento de peso exagerado.

“Por isso, é importante o acompanhamento pré-natal”. Em termos de histórico familiar, Karin lembrou que tem mulheres que sofrem desse problema, que a menopausa pode piorar. Problemas de próstata e problemas neurológicos, como doença de Parkinson, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral, estão ligados à incontinência urinária.

Alguns medicamentos, como os diuréticos, podem contribuir para esses sintomas, porque aumentam a sensação de urgência para urinar, além de pessoas que fazem atividades físicas de alto impacto. No caso das mulheres, Karin ponderou que elas têm que trabalhar o assoalho pélvico para prevenir esse tipo de ocorrência. “Não é só trabalhar a musculatura externa, mas aprender a trabalhar a musculatura que fecha em baixo o assoalho pélvico, que dá sustentação da bexiga e da uretra”. O presidente da SBU, Alfredo Canalini, salientou que esses recursos servem para tratar ou, pelo menos, diminuir a intensidade da perda, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

Conscientização

Ao longo do mês de março, a Sociedade Brasileira de Urologia vai alertar a população sobre a importância de se identificar os sintomas e tratar a incontinência urinária. Nas redes sociais (@portaldaurologia), a partir de hoje (14), haverá postagens, lives (transmissões ao vivo) e vídeos com especialistas esclarecendo dúvidas sobre o tema.

Na Rádio SBU, haverá também programas especiais, com vocabulário acessível para o público em geral, inclusive sobre a incontinência urinária em crianças. Segundo Karin Anzolch, ainda há muito desconhecimento e, também, preconceito, em relação ao problema da incontinência urinária. Muitas vezes, uma pessoa que sofre desse incômodo, acaba convivendo com ele por longos anos, porque ignora que existem opções de tratamento ou por vergonha de admitir a questão perante outras pessoas.

A diretora da entidade esclareceu que, para as crianças, o tratamento não é o mesmo que o dos adultos. Por um período, admite-se como normal a falta de controle da criança, ligada ao amadurecimento do sistema neurológico, principalmente quando a perda de urina, ou de fezes, ocorre em períodos noturnos. A partir de uma determinada idade, porém, começa-se a suspeitar que a incontinência precisa de algum tratamento. “Porque a perda urinária acaba sendo bastante limitante para a vida social dessas crianças, que acabam passando por situações de constrangimento, deixando de dormir na casa de algum coleguinha”.

Sabe-se que algumas crianças podem ter esse problema por causa genética. “Incontinência urinária em criança é muito ligada à questão familiar. Se já tem alguém na família que fez xixi na cama, essa criança tem mais chance de ter o problema também”, afirmou Karin. Ressaltou também que, muitas vezes, o hormônio antidiurético que deveria ser produzido à noite não funciona. Entretanto, isso pode ser solucionado com medicamentos simples, com treinamento da bexiga, fisioterapia e alarmes, para a criança aprender a educar a sua bexiga. Problemas na medula ou ligados à formação do trato urinário necessitarão de tratamentos específicos, para cada faixa etária e situação, indicou.

“A incontinência urinária não é uma situação que se trata sempre da mesma forma. Ela deve ser abordada individualizando os tipos, pelas faixas etárias, pelas causas mais comuns, para que seja levado ao controle dessa situação”, disse a especialista.

Qualidade de vida

Pesquisa publicada na Europa em 2021, envolvendo quase 17 mil pessoas entre 40 e 74 anos de idade, revelou que muitos pacientes lidam com o problema reduzindo a ingestão de líquidos e usando absorventes; quase dois terços dos pacientes apresentam a incontinência urinária há pelo menos dois anos quando procuram tratamento; cerca de 30% dos pacientes que procuram avaliação médica não recebem tratamento; quase 80% sequer são examinados. “Precisamos mudar esse jogo”, destacou Ailton Fernandes, diretor do Departamento de Disfunção Miccional da Sociedade Brasileira de Urologia. 

Tags: cirurgiasincontinência urináriaSaúdeSociedade Brasileira de Urologia
Advertisement Banner
Redação I Via Agência Brasil

Redação I Via Agência Brasil

Agência pública de notícias, a Agência Brasil mantém, como todos os veículos da EBC, o foco no cidadão e prima pelo interesse público, honestidade, precisão e clareza das informações que transmite.

Notícias Relacionadas!

fellipe ditadi advrlzyhcxq unsplash

Cardiologia do esporte e exercício: cuidar do coração em movimento

whatsapp image 2026 01 07 at 18.01.28

Hipnose clínica ganha força no tratamento da ansiedade e se consolida como ferramenta de primeira linha para questões emocionais

governo do estado amplia micropolo serrano e reforça atendimento especializado na região serrana © divulgação i via secom es

Governo do Estado autoriza ampliação do ambulatório do Micropolo Serrano em Domingos Martins

whatsapp image 2026 01 07 at 18.07.26

Especialista explica perde do olfato e a necessidade de avaliação especializada

Espírito Santo sanciona lei que garante atendimento especializado para pessoas com TDAH

Recesso sem regressão: como manter o desenvolvimento infantil das crianças neurodivergentes no fim de ano

whatsapp image 2026 01 07 at 18.06.01

Verão aumenta casos de infecção urinária e pedra nos rins, alerta nefrologista

Próximo Artigo

Ao menos 11 unidades federativas flexibilizaram uso de máscaras 

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Concordo com os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Recomendado!

b889d8a6 8acc 40ff 8753 558cdfaefb1d2

Carnaval 2026: Rio vive domingo de estreias históricas com Ivete Sangalo e Ana Petkovic em diferentes pontos da cidade

whatsapp image 2026 01 30 at 11.30.29

Breno & Bernardo lançam “Zé Baguncinha” com Iguinho & Lulinha e encerram fase do DVD “B&Bendo Por Aí” edição Goiânia

whatsapp image 2026 01 29 at 10.30.17 (3)

Copa Verão 2026 será a primeira competição do ano válida para o ranking nacional do NKR no ES

whatsapp image 2026 01 28 at 14.26.11

Rei e Rainha da Quadra: terceira edição do evento de beach tennis já está com inscrições abertas

72205918 eeaf 4bce 8944 cc67c1f015fa

Bloco Maravilhosas estreia na orla de Ipanema e aposta na energia “CarnaFunk” de Ana Petkovic

1 (1)

RandômicoLab: plataforma conecta educação e inovação global

Nossa Página no Facebook!

Correio Espírito Santo

© 2018 - 2025. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Correio!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato!

Siga Nossas Redes!

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Caderno Tech!
  • Panorama Cultural
  • Arena Total!
  • Entre Linhas
  • Espírito Santo
  • iGossip News!
  • Mundo da Saúde 360!

© 2018 - 2025. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, você concorda com o uso de cookies. Consulte nossa Política de Privacidade e Cookies.