Espírito Santo (ES) – O eleitorado capixaba se prepara para um pleito que mobiliza quase três milhões de pessoas. Exatamente 2.990.490 eleitores estão aptos a comparecer às urnas neste ano para decidir o futuro político do Espírito Santo. O perfil do votante no estado é majoritariamente feminino, representando 53% do contingente, enquanto os homens totalizam 47%. No quesito autodeclaração de cor ou raça, realizado por 24,45% dos inscritos, a maior fatia se identifica como parda, somando 51,88%, seguida por 34,41% de brancos e 13,13% de pretos.
A primeira etapa da votação está agendada para 4 de outubro. Nesse domingo decisivo, a população escolherá deputados federais e estaduais, além de dois senadores — cada chapa conta com um titular e dois suplentes — e os ocupantes dos cargos de governador e presidente da República, incluindo seus respectivos vices. Caso a definição do comando do Poder Executivo estadual ou do Palácio do Planalto não ocorra logo de início, um novo encontro nas urnas está programado para o dia 25 do mesmo mês.
O segundo turno é acionado apenas se nenhum dos postulantes ao governo ou à presidência atingir a marca de 50% dos votos válidos, excluindo-se as abstenções, os votos em branco e os nulos. A dinâmica da eleição local se concentra agora na trajetória de cinco nomes que pleiteiam o Palácio Anchieta. A relação, organizada em ordem alfabética conforme a identificação oficial utilizada pelos candidatos na urna, reflete a diversidade de partidos e propostas em jogo para o próximo mandato.
A lista de concorrentes ao cargo de governador é composta por Breno Augusto Fagundes Barcelos, que utiliza o nome de urna Breno Barcelos e representa a legenda Missão. Compõe também o quadro Helder Ignacio Salomão, o Helder Salomão, filiado ao PT. O cenário é completado por Lorenzo Silva de Pazolini, conhecido como Lorenzo Pazolini pelo Republicanos, além de Rafael Ketley Demuner, que concorre como Rafael Demuner pela UP. Por fim, a relação inclui Ricardo de Rezende Ferraço, o Ricardo Ferraço, pelo MDB.
Os próximos passos do calendário eleitoral exigem atenção redobrada dos candidatos quanto ao limite de gastos e às estratégias de comunicação, enquanto os eleitores observam o desenrolar das propostas. A expectativa é que o processo transcorra com a participação ativa da população capixaba, que tem a palavra final sobre quem ocupará a cadeira de governador a partir do próximo ano, moldando as políticas públicas que impactarão diretamente o cotidiano de cada cidadão no estado.










