Toronto, Canadá – O SoFi Stadium, em Los Angeles, foi palco de uma demonstração de força na noite desta sexta-feira (12). Em partida válida pelo Grupo D, os Estados Unidos não deram chances ao Paraguai e construíram uma goleada histórica. O domínio começou cedo, aos seis minutos, quando Damián Bobadilla falhou ao tentar interceptar um passe de McKennie e acabou marcando contra a própria meta.
A vantagem inicial serviu de combustível para o ímpeto norte-americano. Folarin Balogun aproveitou o controle da partida para balançar a rede duas vezes ainda na primeira etapa, aos 31 e 49 minutos. Embora o meia Maurício, atleta do Palmeiras, tenha descontado para os paraguaios aos 72 minutos após assistência de Enciso, os Estados Unidos fecharam a conta com um quarto gol já nos acréscimos.
Enquanto os norte-americanos celebravam, o Toronto Stadium recebia um capítulo histórico para o futebol canadense. Em duelo contra a Bósnia Herzegovina pelo Grupo B, os donos da casa saíram atrás no placar com um gol de Jovo Lukic aos 20 minutos de jogo. A reação só veio na etapa final, com Cyle Larin igualando o marcador aos 33 minutos.
O empate garantiu ao Canadá o primeiro ponto de sua trajetória em Copas do Mundo, rompendo um jejum que carregava seis derrotas. O grupo segue equilibrado, e a definição da chave continua neste sábado (13), às 16h, quando Qatar e Suíça medem forças no Levi’s Stadium, na Baía de São Francisco. Curiosamente, ambas as seleções fazem suas estreias absolutas em mundiais.
A expectativa brasileira
As atenções agora se voltam para a estreia da Seleção Brasileira. Sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil entra em campo neste sábado (13), às 19h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, para enfrentar o Marrocos pelo Grupo C.
Na véspera do confronto, Ancelotti não escondeu a satisfação em liderar a equipe mais vitoriosa do planeta. O treinador descreveu a oportunidade como uma mistura de honra e responsabilidade, garantindo que pretende aproveitar o momento com leveza.
Ao projetar o desafio diante dos marroquinos, o técnico adotou um tom de cautela técnica. Para ele, o adversário africano chega ao torneio com uma organização tática notável. A ordem para o Brasil é clara: realizar uma atuação equilibrada, com atenção redobrada aos detalhes defensivos e máxima eficiência nas bolas paradas, onde a equipe espera explorar sua qualidade individual.








