Vila Velha (ES) – Um contingente de 158.745.463 brasileiros está apto a comparecer às urnas neste domingo (4) para definir a composição dos quadros legislativo e executivo. O volume de eleitores aptos a votar para presidente, governador, senador e para as câmaras de deputados federal e estaduais ou distritais reflete um incremento de 1,46% em relação aos números registrados em 2022.
São Paulo permanece no topo da lista dos estados com maior peso decisório, concentrando 34.104.226 pessoas, o que equivale a 21,48% do eleitorado nacional. A sequência dos maiores colégios é composta por Minas Gerais, com 16.377.659 eleitores (10,32%), seguido pelo Rio de Janeiro, com 12.857.000 (8,10%). A Bahia ocupa a quarta posição, somando 11.321.005 votantes (7,13%), enquanto o Paraná fecha o grupo dos cinco maiores com 8.609.026 inscritos (5,42%). Somadas, essas cinco unidades da federação representam 52,45% de todo o corpo de votantes do país.
A análise da variação demográfica do eleitorado entre os dois últimos ciclos eleitorais revela um deslocamento importante do peso político regional. A região Norte foi a que apresentou a maior expansão percentual, com uma alta de 4,37%. O número de votantes saltou de 12.560.410 para 13.109.354, alcançando uma fatia de 8,26% do total nacional. O Centro-Oeste acompanhou esse ritmo de crescimento, registrando um aumento de 3,97%, o que elevou o total de 11.539.323 para 11.997.001 cidadãos, correspondendo a 7,56% do montante brasileiro.
No Nordeste, o crescimento de 2,69% ampliou o colégio regional de 42.390.976 para 43.529.845 pessoas, consolidando sua relevância com 27,42% do eleitorado total. Por outro lado, o Sul registrou uma evolução mais contida, de 1,34%, passando de 22.558.759 para 22.861.012 votantes, o que perfaz 14,40% do cenário nacional.
O Sudeste, embora continue sendo a região mais populosa em termos eleitorais, apresentou um comportamento distinto ao registrar uma redução de 0,56% no número absoluto de votantes. Os registros indicam uma queda de 66.707.465, em 2022, para 66.329.375, em 2026. Esse movimento resultou em um recuo na participação da região no total do eleitorado brasileiro, que passou de 42,64% para 41,78% no período.











