São Paulo (SP) – São Paulo abriga o maior colégio eleitoral do país, concentrando um contingente expressivo de 34.104.226 cidadãos aptos a votar nas eleições deste ano. Essa gigantesca massa de votantes terá a responsabilidade de escolher os novos rumos políticos do estado, que conta com seis concorrentes oficializados na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes.
A composição desse eleitorado revela uma maioria feminina marcante, com as mulheres representando 53% do total de votantes, enquanto os homens equivalem a 47%. No quesito cor e raça, o grupo de cidadãos que declarou essa informação soma 15,77% do eleitorado paulista. Entre estes, a maior parcela se identifica como branca, alcançando 52,46%, seguida pelos pardos, com 36,32%, e pelos pretos, que representam 9,97%. O segmento de amarelos corresponde a 1,12% dos declarantes, e os indígenas fecham a estatística com 0,14%.
O processo de escolha começa oficialmente no dia 4 de outubro, data do primeiro turno. Nesse dia, os paulistas precisarão definir seus votos para cinco cargos diferentes na urna. Além de escolher deputados federais e estaduais, os cidadãos indicarão dois senadores, o governador do estado e o presidente da República. Tanto para o governo estadual quanto para o Palácio do Planalto, o voto inclui os respectivos candidatos a vice. No caso do Senado, cada chapa se estrutura com um titular e dois suplentes.
Seis candidaturas disputam a chefia do governo paulista, apresentadas na urna eletrônica em ordem alfabética de acordo com o registro oficial. A lista conta com Carlos Machado, nome registrado por Carlos Alberto Machado para o Partido Comunista Brasileiro (PCB); Fernando Haddad, que concorre pelo Partido dos Trabalhadores (PT); e Izadora Dias, cuja candidatura de Izadora Cristina Dias da Silva representa o Partido da Causa Operária (PCO).
A lista segue com Tarcísio, opção de urna de Tarcísio Gomes de Freitas pelo Republicanos; Vera Lúcia, que concorre como Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU); e Vivian Mendes, registrada como Vivian Mendes da Silva pela Unidade Popular (UP).
A definição da disputa pode exigir uma nova rodada de votação, agendada para o dia 25 de outubro. O segundo turno ocorre apenas para os cargos de governador e de presidente, caso nenhum candidato obtenha mais da metade dos votos válidos na primeira fase. No cálculo da Justiça Eleitoral, os votos em branco e os nulos são sumariamente descartados, computando-se apenas as escolhas nominais e de legenda. Havendo necessidade de nova votação, apenas as duas chapas mais votadas retornam para o veredito final nas urnas paulistas.










