Nova Jersey, Estados Unidos – No gramado de Nova Jersey, no domingo de 19 de julho de 2026, a jovem geração espanhola faturou o bicampeonato mundial ao bater a Argentina por 1 a 0 na prorrogação. Sob o olhar de lendas de 2010 como Iker Casillas e Andrés Iniesta, a Fúria dominou os 120 minutos de jogo e consolidou sua dinastia com um gol de Ferran Torres, atacante do Barcelona, que saiu do banco de reservas para decidir o confronto.
A conquista coroou uma campanha brilhante e estabeleceu o recorde de 38 partidas de invencibilidade na história do esporte — sequência iniciada contra o Brasil em março de 2024. Com o feito, os espanhóis alcançaram algo inédito: unificar as taças da Copa do Mundo feminina e masculina simultaneamente. Enquanto os europeus celebravam o protagonismo de Lamine Yamal, de 19 anos, o lado argentino viveu a melancólica despedida de Lionel Messi, que deu adeus aos Mundiais aos 39 anos.
Domínio absoluto e expulsão
A partida se desenhou como um ataque contra defesa. No tempo normal, a Espanha pressionou e bloqueou completamente as ações da Argentina, que foi para o intervalo sem finalizar nenhuma vez. Dibu Martínez se desdobrou para salvar chutes de Dani Olmo e Marc Cucurella. O cenário que já era difícil para os sul-americanos piorou nos acréscimos do segundo tempo, quando o volante Enzo Fernández foi expulso após falta dura em Pau Cubarsi.
A consagração na prorrogação
Com um jogador a mais, a Espanha manteve o ritmo sufocante no tempo extra. Após dezenove finalizações espanholas contra nenhuma da Argentina, o gol do título finalmente saiu no primeiro ataque do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro cruzou pela direita, Nico Williams ajeitou de cabeça e Ferran Torres completou de primeira para as redes. Nos minutos finais, a Argentina tentou pressionar com bolas paradas e jogadas de Messi, mas a defesa espanhola segurou a vantagem e garantiu a segunda estrela.








