Vitória (ES) – O príncipe Abdulaziz bin Salman, ministro da Energia da Arábia Saudita, declarou nesta segunda-feira (12) que o governo saudita planeja uma resposta severa ao bombardeio que atingiu o aeroporto da capital durante o último fim de semana. O ataque, executado por rebeldes houthis vindos do Iêmen, resultou em um saldo trágico de 14 mortos e mais de 300 pessoas feridas, elevando a tensão na região fronteiriça entre os dois países.
A investida foi assumida publicamente no domingo (11) pelo porta-voz militar dos houthis. Segundo o grupo, a ofensiva contra a infraestrutura aeroportuária de Riad funcionou como uma retaliação direta a investidas anteriores conduzidas pelos sauditas contra territórios que estão sob controle dos rebeldes no Iêmen. A gravidade da situação foi enfatizada pelo membro da realeza saudita, que prometeu um contra-ataque à altura da agressão sofrida.
Enquanto o Oriente Médio lida com o conflito armado, a França enfrentou uma situação de pânico em uma instituição de ensino próxima a Marselha. Um adolescente de 14 anos disparou contra duas pessoas utilizando uma espingarda de caça. O caso terminou com as vítimas hospitalizadas e o atirador sendo imobilizado por um professor, que conseguiu desarmá-lo antes que mais ferimentos fossem registrados. O episódio gerou uma corrida de pais angustiados até o portão da escola para retirar seus filhos.
No cenário geopolítico global, a China iniciou a semana aplicando sanções diplomáticas contra ministros de Estado do Paraguai e de Belize. A medida é uma resposta direta à aproximação dessas nações com Taiwan, território que Pequim considera uma província rebelde e parte integrante do seu domínio, apesar da discordância das autoridades taiwanesas. Paraguai e Belize figuram no grupo de apenas 12 países que ainda mantêm laços diplomáticos oficiais com Taiwan.
A porta-voz chinesa classificou a postura dos dois governos latino-americanos como hostil aos interesses da China. Até o momento, as administrações do Paraguai e de Belize optaram pelo silêncio, sem emitir comunicados oficiais acerca das restrições impostas por Pequim. O episódio marca um endurecimento da política externa chinesa em relação aos aliados remanescentes de Taiwan no continente americano.








