Brasília (DF) – A Justiça Eleitoral determinou nesta quinta-feira que a empresa Meta repasse informações detalhadas sobre a atuação de um canal de mensagens voltado à mobilização política. A exigência partiu da presidência do Tribunal Superior Eleitoral e estipula um limite de vinte quatro horas para o cumprimento da entrega do documento técnico pela gigante tecnológica.
A medida foi assinada pelo ministro Kassio Nunes Marques e teve como ponto de partida uma representação oficializada pela coligação que sustenta a candidatura de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto. O foco da apuração recae sobre o espaço virtual intitulado Exército do Lula, hospedado na plataforma de mensagens instantâneas WhatsApp e direcionado à difusão de conteúdos favoráveis ao projeto de recondução do atual chefe do Executivo.
A defesa da chapa opositora acionou a Corte para questionar a regularidade das atividades desenvolvidas no grupo digital. Com a imposição do prazo, o tribunal busca dimensionar o alcance, a dinâmica de funcionamento e eventuais repercussões do canal no equilíbrio da disputa eleitoral em curso.













