Ibatiba (ES) – O caminho para o Brasil na Copa do Mundo do Canadá, México e Estados Unidos pode reservar um confronto de peso já na segunda fase. Caso a Seleção avance em primeiro ou segundo lugar no Grupo C, enfrentará quem se classificar na mesma posição no Grupo F. E por ali, o destaque principal é a Holanda.
Sem nunca ter erguido o troféu da Copa, a seleção holandesa chega para o torneio recheada de craques que atuam nas principais ligas europeias. Nomes como o zagueiro Virgil Van Dijk e o atacante Cody Gakpo, ambos do Liverpool, o meio-campista Frenkie de Jong, do Barcelona, e o lateral Nathan Aké, do Manchester City, são parte do elenco. Eles dividem os holofotes com Memphis Depay, ídolo do Corinthians e o maior artilheiro da história da Holanda. Esta é a 12ª participação da equipe em Copas, comandada pelo técnico Ronaldo Koeman, um ex-zagueiro com passagens em copas como jogador. A Laranja Mecânica busca superar o desempenho de 2022, quando caiu nas quartas de final, e a semifinal da Eurocopa de 2024.
O Japão, por sua vez, faz sua oitava Copa seguida e promete dificultar para qualquer adversário. Sob o comando de Hajime Moriyasu, o time busca ir além das oitavas de final. Em preparação, os Samurais Azuis já mostraram força com vitórias históricas sobre seleções como Brasil e Inglaterra. Entre os destaques, o volante Wataru Endo, capitão do time e com passagens pelo Liverpool, e o meia-atacante Takefusa Kubo, do Real Sociedad. Uma ausência sentida é a de Kaoru Mitoma, do Brighton, que sofreu uma lesão grave.
A Tunísia, apelidada de Águias de Cartago, chega para sua sétima Copa do Mundo. A equipe africana se classificou com relativa tranquilidade nas Eliminatórias, mas em um movimento de renovação, trocou de técnico no início do ano. O francês Sabri Lamouchi assumiu o comando em março. O grande objetivo é, pela primeira vez, avançar para a fase eliminatória, algo que nunca aconteceu nas seis participações anteriores. O melhor resultado da história do país em Copas foi o nono lugar em 1978.
Já a Suécia carimbou sua vaga no Mundial apenas na repescagem europeia, após superar a Ucrânia e a Polônia. Fora da última Copa, a seleção sueca retorna para sua 13ª participação. O ataque é o setor mais promissor, com nomes como Viktor Gyökeres, do Arsenal, Alesander Isak, do Liverpool, e Anthony Elanga, do Newcastle, sob o comando do técnico britânico Graham Potter.












