Sexta-feira, 13 de Março de 2026
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
DIÁRIO DA NAÇÃO!
CADERNO TECH!
PORTAL IGOSSIP NEWS!
No Result
View All Result
Correio Espírito Santo
  • Home
  • Agro
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Politica
  • Saúde
  • Segurança
  • Sociedade
  • Tech
  • Home
  • Agro
  • Cultura
  • Economia
  • Esportes
  • Justiça
  • Mundo
  • Politica
  • Saúde
  • Segurança
  • Sociedade
  • Tech
No Result
View All Result
Correio Espírito Santo
No Result
View All Result
Home Sociedade Economia

Consumo nos lares brasileiros cresce 7,75% em julho

Redação I Via Jornal O Econômico Por Redação I Via Jornal O Econômico
Quinta-feira, 8 de Setembro de 2022
Em Economia
Reading Time: 3 mins read
458 35
A A
0
Share on FacebookShare on Twitter

O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), encerrou o mês de julho com alta de 7,75% em relação a junho. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 2,57%.

Na comparação com julho de 2021, o indicador apresentou alta de 8,02%. O resultado contempla os formatos de loja: atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado e e-commerce. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a Abras, em julho, além da desaceleração nos preços dos alimentos, o mês teve cinco fins de semana, o que contribuiu para maior número de idas ao ponto de venda. “Monitoramos desde julho os primeiros sinais de retração nos preços de alguns itens que tiveram altas expressivas decorrentes de fatores climáticos, sazonais e das commodities, que vêm pressionando a cesta de alimentos desde o início do ano. Se mantida essa menor pressão inflacionária, o consumo tende a ser crescente neste segundo semestre diante do crescimento do emprego e dos recursos injetados na economia”, afirmou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

De acordo com os dados da Abras, o valor da cesta de 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza) atingiu o menor patamar do ano, com alta de 0,63%. Houve queda de preços em produtos básicos como óleo de soja, feijão, arroz, açúcar e nos itens da cesta de hortifrutigranjeiros, entre eles batata, tomate, cebola. Em julho, a cesta nacional composta por 35 produtos de largo consumo como alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza passou de R$ 773,44 para R$ 778,32. No ano, a alta é de 11,10%.

O óleo de soja apresentou retração pelo segundo mês seguido, caindo 2,41% na comparação com junho. O preço do feijão ficou 1,69% mais baixo pela primeira vez, após seis meses de alta. O indicador mostrou ainda a terceira queda no preço do açúcar, que em julho retraiu 0,60%. O arroz teve menor variação nos preços, de 0,11%, e acumula queda de 5,77% em 12 meses.

As maiores quedas nos preços vieram dos hortifrutigranjeiros que causaram impacto na cesta desde o início do ano por problemas climáticos, menor oferta nas regiões produtoras e altos custos dos fretes. Entre esses produtos estão o tomate (-23,68%), a batata (-16,62%) e a cebola (-5,55%).

Os dados mostram ainda que o preço das proteínas variou menos de 1% em julho. Os destaques foram carne traseira (-0,83%), ovo (-0,42%), pernil (-0,43%), frango congelado (0,69%). Dos cortes bovinos analisados pelo Abrasmercado, a maior alta foi do dianteiro (1,14%) depois de dois meses seguidos de retração.

No sentido contrário, a cesta nacional teve quatro das cinco maiores altas puxadas por leite e derivados. O leite longa vida ficou 25,46% mais caro e os derivados cerca de 5%. Eentre eles estão o leite em pó (+5,36%), queijo mussarela (+5,28%) e o queijo prato (+5,18%). Outro item com significativa alta foi o sal (3,96%). Custos com frete e embalagens vem encarecendo o produto, que acumula alta de 11,75% no ano.

Na categoria de higiene e beleza, as altas foram puxadas por sabonete (1,97%), xampu (1,10%), papel higiênico (1,01%), creme dental (0,99%). Na cesta de limpeza, a maior alta foi registrada no sabão em pó (2,14%), detergente líquido para louças (1,66%), desinfetante (1,20%) e água sanitária (0,22%).

A Região Nordeste apresentou variação negativa nos preços da cesta, de 0,14%, e teve a cesta mais barata entre as cinco regiões. Em julho, o valor médio foi de R$ 690,64. Na Região Norte, a queda foi de 0,07%, com preços médios da cesta em R$ 833,08. Na Região Sul, a variação no preço da cesta foi de +0,15%, a menor do ano. Em julho, o preço médio da cesta foi de R$ 880,05 e a região tem a cesta mais cara do país. As regiões Centro-Oeste e Sudeste tiveram as maiores variações: de 1,85% e 1,86%,, com as cestas custando R$ 716,09 e R$ 769,86.

Tags: AbrasAssociaçãoassociação brasileiraCaparaócapixabaConsumoconsumo noscorreio espírito santocresceEconomiaencerrouesJulhojulho comlares brasileirosmedido pelaMontanhas CapixabasSupermercados
Artigo Anterior

Médicos estão preocupados com saúde da rainha Elizabeth

Próximo Artigo

Tesouro pagou em agosto R$ 977,63 milhões em dívidas de estados

Redação I Via Jornal O Econômico

Redação I Via Jornal O Econômico

O Jornal O Econômico é um portal de notícias dedicado a trazer informações atualizadas e relevantes sobre economia, finanças, negócios e mercado. Nosso compromisso é oferecer análises aprofundadas, cobertura jornalística precisa e conteúdos acessíveis tanto para especialistas quanto para o público em geral. Com uma equipe de jornalistas experientes e especialistas em economia, buscamos traduzir os acontecimentos do mundo financeiro de forma clara e objetiva, ajudando nossos leitores a tomar decisões mais informadas no dia a dia. Além de notícias e análises, o Jornal O Econômico também traz entrevistas exclusivas com economistas, empresários e investidores, além de conteúdos sobre inovação, tecnologia, empreendedorismo e tendências do mercado. Nosso objetivo é ser uma referência no jornalismo econômico, proporcionando informação de qualidade com responsabilidade e credibilidade.

Notícias Relacionadas!

Setor de motocicletas apresenta crescimento de 1,7% no primeiro bimestre de 2026

Setor de motocicletas apresenta crescimento de 1,7% no primeiro bimestre de 2026

Raízen: recuperação extrajudicial não afeta financiamento de R$ 1 bilhão do BNDES

Raízen: recuperação extrajudicial não afeta financiamento de R$ 1 bilhão do BNDES

IPCA do Brasil sobe 0,7% em fevereiro, porém inflação anual desacelera para 3,81%.

IPCA do Brasil sobe 0,7% em fevereiro, porém inflação anual desacelera para 3,81%.

Dólar fechou estável em R$ 5,159 após liberação de 400 milhões de barris de petróleo

Dólar fechou estável em R$ 5,159 após liberação de 400 milhões de barris de petróleo

Estudo do Ministério do Trabalho mostra impacto da redução da jornada de trabalho em 4,7%

Estudo do Ministério do Trabalho mostra impacto da redução da jornada de trabalho em 4,7%

Comércio varejista brasileiro cresce 0,4% em janeiro e atinge nível recorde, diz IBGE

Comércio varejista brasileiro cresce 0,4% em janeiro e atinge nível recorde, diz IBGE

Próximo Artigo

Tesouro pagou em agosto R$ 977,63 milhões em dívidas de estados

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Concordo com os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Recomendado!

image (1)

Exagerou na festa? 5 dicas para desintoxicar o fígado. Confira

Deputado Coronel Weliton alerta para vídeos em redes sociais que incitam agressão contra

Deputado Coronel Weliton pede que redes sociais removam vídeos que simulam agressão

Setor de motocicletas apresenta crescimento de 1,7% no primeiro bimestre de 2026

Setor de motocicletas apresenta crescimento de 1,7% no primeiro bimestre de 2026

Raízen: recuperação extrajudicial não afeta financiamento de R$ 1 bilhão do BNDES

Raízen: recuperação extrajudicial não afeta financiamento de R$ 1 bilhão do BNDES

IPCA do Brasil sobe 0,7% em fevereiro, porém inflação anual desacelera para 3,81%.

IPCA do Brasil sobe 0,7% em fevereiro, porém inflação anual desacelera para 3,81%.

Mais de 1.248 homens mataram mulheres no Brasil em 2025: Congresso exige ações urgentes

Mais de 1.248 homens mataram mulheres no Brasil em 2025: Congresso exige ações urgentes

Nossa Página no Facebook!

Correio Espírito Santo

© 2018 - 2025. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Correio!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato!

Siga Nossas Redes!

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Caderno Tech!
  • Panorama Cultural
  • Arena Total!
  • Entre Linhas
  • Espírito Santo
  • iGossip News!
  • Mundo da Saúde 360!

© 2018 - 2025. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, você concorda com o uso de cookies. Consulte nossa Política de Privacidade e Cookies.